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Escrito por José Joaquim

Esse artigo era para ser publicado no primeiro dia do ano de 2018, mas não conseguimos posta-lo por conta de mais uma ameaça dos hackers.

Aconteceu uma varredura no site, fomos liberados e aqui estamos no segundo dia do ano.

O primeiro de janeiro, começou com as mesmas caras e os mesmos procedimentos.

Enquanto no Rio de Janeiro os fogos explodiam no seu Réveillon, as tropas do Exército Brasileiro faziam a segurança da cidade que está entregue aos bandidos, tanto os traficantes com os dos colarinhos alvejados.

No futebol acordamos no Novo Ano sabendo que nada mudou em 2017 e nada mudará em 2018, pois os que o dirigem são os eternos de sempre. São os rivais das múmias egípcias. 

Tudo irá continuar como dantes.

Muitas vezes pensamos que somos um ¨Estranho no Ninho¨, por conta da insistência de lutarmos por algo melhor para esse esporte, quando os seus responsáveis não o desejam.

Esses preferem e abraçam o sistema apodrecido existente, no lugar de algo limpo e salutar.

Um ano se inicia apenas no calendário e com uma pergunta: Qual o setor ligado ao futebol que procurou movimentar-se para que fosse programado o debate que pudesse avaliar a sua decadência, analisar os erros cometidos e os poucos acertos, para a preparação do seu futuro?

Em Pernambuco já na segunda semana teremos o início de mais um estadual, que vai do nada para o nada.

Os clubes que eram maiores, estão remendados, e os menores como sempre morrendo de inanição.

Por incrível que pareça em alguns estados a bola já está rolando. Nada mais grotesco e fora de propósito.

Iremos continuar vivenciando uma grande mentira que é absorvida pelos veículos de mídias, logicamente pelos interesses financeiros na venda desse produto bichado, que é modificado por uma maquiagem enganadora.

Um calendário mal programado, e que a sua única obsessão é colocar jogos e mais jogos, e no meio do seu campeonato maior, quando os departamentos médicos dos clubes ficam lotados.

A insistência com estaduais longos irá permanecer no ¨novo ano¨. A maioria dos jogos não tem interesse, e que no final não servem de parâmetro para outras competições, pois os clubes acreditam que estão em boa situação, e quando encaram adversários com um pouco mais de potencialidade se arrebentam.

A Copa do Nordeste que foi criada para ser o marco divisor do futebol regional, começa no inicio do ano com uma fase preliminar para a escolha de mais dois clubes.

Esse torneio é a cara do futebol Nordestino, quando a maioria dos disputantes são clubes da Série C e D.

Como o próprio país, o futebol precisa ser repensado, tem que haver um cotejo dos erros e acertos, principalmente na má distribuição dos recursos, continuísmo desenfreado de dirigentes das entidades, da falta de organização, da ausência de transparência, e que o órgão regulador comece a atuar, para que a fiscalização seja efetuada, pois somente assim poderemos pensar em algo mais promissor para o futebol nacional, que há muito agoniza e aqueles que os dirigem insistem em não entender.

O eleitor brasileiro terá o poder de modificar o país riscando do mapa os políticos corruptos, e no futebol tal fato depende do seu torcedor, que tem em mãos os meios pacíficos para tal, protestando, deixando de ir aos diversos estádios, não assistindo aos jogos pela televisão, não comprando produtos dos patrocinadores, mas infelizmente isso nunca irá acontecer, desde que vivemos em um país tropical com uma sociedade anestesiada, que não consegue enxergar sequer a corrupção que tomou conta do setor.

Na verdade, para as nossas mídias o Brasil já está salvo, desde que Neymar voltou para Marquezine.

Trata-se de algo bem encaixado na Era da Imbecilidade.

A luta continua, até que um dia a situação seja revertida.

Quando isso irá acontecer, não sabemos.

Escrito por José Joaquim

NOTA 1- QUASE PARAVAM GUARDIOLA

* O treinador Pep Guardiola quase que era parado no jogo realizado no último dia do ano, quando o City enfrentou o Crystal Palace que está beirando a zona da degola.

O placar final foi de 1x1, mas o time adversário perdeu um pênalti nos 45 minutos finais, que foi defendido pelo goleiro Ederson.

Se os Deuses do Futebol não interferissem a invencibilidade do time teria sido quebrada.

O City perdeu a chance de se tornar em conjunto com o Bayern de Munique, aqueles com maior número de vitórias seguidas (19).

O placar foi justo embora esse tivesse uma maior posse de bola, mas o Palace foi um adversário duro, bem organizado, perdendo inclusive alguns gols.

Sentimos que a equipe de Manchester parecia desgastada.

De Bruyne, a sua maior estrela não teve uma boa atuação, sentindo a ausência de David Silva, o outro meio campista, e no final do jogo deixou o gramado contundido.

Gabriel Jesus mais uma vez foi uma figura apagada, completando 10 jogos sem um único gol, e para somar ao seu atual momento teve uma contusão grave que irá tira-lo dos campos de jogos por dois meses.

A situação do City no campeonato é tranquila, com uma diferença para o segundo colocado, Manchester United, de 12 pontos, que é difícil de ser revertida.

Obvio que um dia irá chegar e um rival o derrotar, mas pelo andar da carruagem a Premier League com 20 jogos realizados já tem o seu campeão.

A luta será para que o título seja ganho de forma invicta.

NOTA 2- ¨ESTAMOS FELIZES¨

* O Atletismo brasileiro é de dar pena.

Morreu e foi enterrado há um bom tempo.

A sua Confederação vive eivada de várias denuncias com relação aos recursos públicos mal aplicados.

A competição mais importante do maratonismo brasileiro sem duvida é a São Silvestre, que acontece no último dia do ano.

Na realidade de tanto ser violentada, com mudanças de horários, dos antigos percursos, essa perdeu o antigo charme.

No último domingo, agora pela manhã, tivemos mais uma prova que ficou marcada pela pobreza técnica do atletismo brasileiro.

No setor masculino Ederson Vilela chegou no 12º lugar, longe dos lideres, com uma distancia para amadores, enquanto no feminino, Joziane Cardoso obteve a melhor colocação (10º), também distante do pelotão da frente.

O etíope Dawitt Admasu ganhou entre os competidores masculinos, e a queniana Flomena Cheyeck, entre as mulheres.

O Brasil teve a sua pior colocação na história dessa competição no ano de 1973, com Jose Romão chegando em 11º lugar, que foi batida nessa última de 2017.

O mais grotesco foram as entrevistas com os atletas brasileiros de melhores colocações, quando afirmaram que estavam satisfeitos.

Pobre atletismo brasileiro, quando os seus atletas ficam alegres por colocações fracas e com o agravante com distancias bem destacadas do pelotão de frente.

É o mesmo com relação a alguém com fome comer uma refeição que foi encontrada no lixo. Obvio que fica satisfeito.

Lamentável.

NOTA 3- OS CLUBES DAS SÉRIES C E D SÃO MAIORIA NA COPA DO NORDESTE

* A Copa do Nordeste entre os 16 clubes da fase de grupos só conta com três da Série A Nacional, Bahia, Vitória e Ceará, e também três da Série B, CSA, CRB (Alagoas), e Sampaio Corrêa (Maranhão).

Os dez restantes fazem parte das duas últimas divisões.

Da Série C (Terceira), já estão garantidos. ABC, Santa Cruz, Globo (RN), Botafogo-PB, Confiança e Salgueiro.

Esse numero   poderá aumentar para sete clubes, no caso do Náutico vencer a disputa por uma vaga contra o Itabaiana.

Da Série D dois clubes já fazem parte da fase de grupos, Altos-PI e Ferroviário-Ceará.

Da pré-copa dois outros poderão ser classificados, o Itabaiana se passar pelo Náutico, Treze-PB ou Cordino (MA) que disputam a outra vaga.

Na realidade 63,7% dos participantes dessa Copa serão das últimas divisões nacionais, o que mostra de forma clara o tamanho a que chegou o futebol Nordestino.

NOTA 4- RUEDA E O FLAMENGO

* Nada contra treinadores estrangeiros no Brasil, desde que esses podem trazer mais conhecimentos para os brasileiros.

Chegam com um bom projeto, um plano de trabalho para grandes conquistas, mas no meio do caminho aparecem as pedras que fazem com que esses mudem de rumo e saiam para outras plagas.

Juan Carlos Ozorio, Edgardo Bauza (São Paulo), Ricardo Gareca (Palmeiras), Paulo Bento (Cruzeiro) e Diego Aguirre (Internacional e Atlético-MG), são os exemplos.

Eram bons treinadores mas o modelo de nosso futebol espanta.

O mais recente é o colombiano Reinaldo Rueda, com um currículo excelente, e que hoje dirige o Flamengo.

Nesse período de férias esse aproveitou para realizar uma operação, e ao mesmo tempo iniciou uma conversa com a Federação de Futebol do Chile para que possa comandar a seleção desse país.

Ainda não fechou o contrato, por conta do pagamento de uma multa ao rubro-negro da Gávea de R$ US$ 325 mil, R$ 1,3 milhões, desde que os chilenos não querem bancar a sua quitação.

Além disso o salário ofertado para o técnico e sua comissão técnica é menor do que o Flamengo paga.

O problema agora é o ético.

Rueda agiu de forma equivocada em um momento de planejamento para a temporada, e se não acertar com a seleção chilena continuará no rubro-negro carioca, que irá olhar o profissional com outros olhos e sem a merecida confiança.

Cesteiro que faz um cesto, faz uma cento, diz o ditado popular.

Escrito por José Joaquim

O ano de 2017 foi o da incompetência em todos os seus segmentos, do Palácio do Planalto ao prédio da Barra da Tijuca.

Um ano sem legado e que deveria ser esquecido, mas não o será pelo novo que entra com a cara do velho.

Na verdade não existe Ano Novo, visto que é sempre a continuidade do Velho. O que muda é o calendário. O que se modifica são os números, tudo continua como dantes, mas como existe o sentimento entre todos de que a passagem de um ano traga novas esperanças, e que mudanças possam acontecer, vamos participar desse momento, muito embora seja difícil de que tal coisa possa se tornar realidade, sobretudo na política e nos esportes.

O ano de 2017 foi o da continuidade da Lava-Jato e das atividades daqueles que desejam destruí-la. O indulto de Natal do presidente Temer, e que foi suspenso pela presidente Carmem Lucia do STF é um dos exemplos, além das manobras parlamentares, e da soltura de presos por um dos Ministros do Superior Tribunal.

Foi também o ano do julgamento e condenação de José Maria Marin, ex-presidente do Circo do Futebol, e dos cartolas sul-americanos, da suspensão do nosso fugitivo Del Nero, por conta das denuncias no julgamento do FIFAGATE.

No futebol foi o ano da mediocridade, com um Brasileiro de péssima qualidade, com a derrota dos clubes na Sul-Americana, e com uma única conquista, a do Grêmio na Libertadores.

O ano de 2017 foi o dos sem craques, com jogos medíocres, estádios ociosos como sempre, repetindo os anteriores.

Foi o ano da prisão e do afastamento de Carlos Arthur Nuzman da presidência do COB- Comitê Olímpico Brasileiro, de presidentes de algumas Confederações, todos com a suspeitas de corrupção.

O futebol de Pernambuco continuou na pedra do IML esperando os seus simpatizantes para o reconhecimento.

Não teve pontos positivos, pelo contrário reinaram os negativos.

Santa Cruz e Náutico encaminhados para a Série C, o Sport fugiu da degola na bacia das almas, o futebol do interior destruído, sem times e sem campos. Tivemos um estadual estrambelhado, massacrando os clubes menores, que continuam sazonais e sem futuro promissor.

A Arena Pernambuco que poderia estar servindo ao nosso futebol, é um fantasma solitário, servindo como paisagem para quem chega de avião no Gilberto Freyre.

Uma sombra que assombra.

O Brasil entra em 2017 da mesma maneira como terminou o 2016.

Corrupção como bandeira, saúde destruída, o Rio de Janeiro com um ex-governador preso, com a educação de terceiro mundo, destruído pela bandidagem, onde as balas perdidas fazem parte do esporte estadual, dando diplomas a analfabetos, sem futuro, insegurança por falta de segurança, e o povo sofrendo mas feliz com a continuidade do Bolsa Família.

De nossa parte o blog evoluiu, cresceu e ganhou dimensão nacional, graças às participações dos amigos que são sofredores como nós que ainda sonham e lutam por um futuro melhor, e que está demorando a acontecer.

O 2017 foi o ano do ex-pais do futuro e em que não conseguimos ser o país do presente, foi um Brasil que envergonhou a todos por tudo aquilo que assistimos.

Aos nossos amigos visitantes pedimos desculpas pelo desabafo, e repetindo o que se diz nesse mundo fantasioso, desejamos um Feliz Ano Novo, extensivo a todos os seus familiares.

Em 2017 esperamos continuar na luta, trazendo preocupação para aqueles que não gostam dos caminhos retos e preferem os tortuosos.

A situação do Brasil tornou-se tão trágica que até Deus deixou de ser brasileiro. 

Escrito por José Joaquim

O BLOG SÓ RETORNARÁ AMANHÃ, DIA 02 DE JANEIRO.

Escrito por José Joaquim

NOTA 1- UMA COLETIVA VAZIA

* Arnaldo Barros, presidente do Sport esperou o final do ano para conceder uma entrevista coletiva à nossa imprensa esportiva, que na verdade não soube aproveitar o momento.

A aparência é de que as perguntas foram trazidas pelo cartola, desde que a principal não foi feita à respeito dos salários dos jogadores.

Era uma resposta que gostaríamos de saber, desde que essa não iria corresponder a realidade.

Uma segunda pergunta também não fez parte da tal coletiva, a do débito real do clube.

Quanto as respondidas, duas nos chamaram a atenção: 

A primeira sobre Patrick cuja resposta passou ao largo da realidade.

O clube deu uma bela mancada ao não se garantir de forma correta sobre a preferencia dos direitos econômicos do jogador.

Como já afirmamos em uma outra postagem, os donos do Monte Azul foram espertos ao aproveitarem uma vitrine para a sua exposição e conseguiram, esse foi contratado no dia de ontem pelo Internacional sem nenhum agradecimento à barriga de aluguel da Ilha do Retiro.

A segundo é o relacionado ao caso de Diego Souza e o São Paulo.

Segundo todas as informações que temos o jogador acertou com o clube, e esbarrou nas solicitações do Sport.

Obvio que o rubro-negro não iria abrir mão do seu profissional por nada, mas deveria ter analisado o custo beneficio.

Em 2016 aconteceu tal fato com o Palmeiras, que foi emperrado também pelo clube. Depois disso o atleta desistiu de jogar, e fez um semestre do Brasileirão de mais baixos do que altos.

Quem poderá nos garantir que tal fato não será repetido com a sua permanência em 2018?

O seu custo até o final do ano irá representar R$ 5,2 milhões, que para o clube é uma alta quantia. 

O tricolor do Morumbi ofereceu R$ 6 milhões, mas o Sport pediu R$ 10 milhões. A oferta do time paulista foi  muito boa para a equipe pernambucana, mas os seus dirigentes irão pagar para ver se Diego Souza voltará a jogar um bom futebol.

No final terão um grande prejuízo, pois ficarão sem o mel nem a cabaça.

O mais hilário da coletiva, foi o cartola ter declarado que esse seria convocado para a seleção do Circo.

Isso é coisa para quem acredita em Papai Noel.

NOTA 2- O JOGADOR DAS IDAS E VINDAS

* O Sport anunciou a contratação por empréstimo ao Corinthians, de Marlone, que esteve bem no rubro-negro da Ilha do Retiro em 2015.

Passou por vários clubes após a sua saída do Vasco em 2013, com vários fiascos em sua carreira.

Aliás uma contratação como essa, é o mesmo que a possibilidade de um raio cair no mesmo lugar por duas vezes. 

O seu primeiro time foi o Vasco da Gama onde foi lapidado. Jogou em 2012 e 2013.

Nesse último ano foi o destaque na Copa do Brasil e  no Brasileirão atuando em 35 partidas com 4 gols.

Com o rebaixamento vascaíno para Série B, um grupo de investidores negociou os seus direitos econômicos, e alocando-o no Cruzeiro, onde foi um grande fiasco, e não teve chances de ser titular do time que seria bicampeão brasileiro em 2014.

Ficou o tempo todo no banco de reservas, e um gol.

No final da temporada aconteceu mais uma ida, dessa vez foi para o Fluminense.

Outro fiasco.

Jogou apenas 14 partidas, 13 no estadual e 1 no Brasileirão.

No meio do ano de 2015, uma nova ida, para o Sport, onde teve o seu melhor momento após o 2013 do Vasco.

O Corinthians gostou e adquiriu 50% dos seus direitos econômicos. Nesse time teve uma participação regular, sem conseguir se impor como titular absoluto.

No inicio de 2017, mais uma ida, dessa vez para o Atlético-MG, onde proporcionou mais um fiasco. No banco de reservas a maior parte dos jogos, marcou 3 gols.

Foi devolvido ao Corinthians, que afirmou que não teria espaço para esse, e o emprestou ao Sport em uma nova vinda.

Um risco calculado numa contratação como essa, de um jogador que está vivendo uma carreira de idas e vindas.

NOTA 3- UM MILAGRE DE FIM DE ANO

* Estávamos assistindo um jogo da Premier League quando ouvimos a noticia sobre a primeira vitória do Benevento, time que ascendeu nessa temporada para a Primeira Divisão italiana, e que estava se tornando o Íbis dessa competição.

O único ponto que tinha ganho foi um empate contra o Milan por 1x1.

A sua primeira vitima foi o Chievo com uma derrota por 1x0.

A tabela de classificação ficou inalterada já que esse clube continuou na lanterna, agora com quatro pontos, dos 57 que foram disputados.

Marcou 10 gols, com esse de ontem, e sofreu 41.

Existem muitos Íbis pelo mundo afora.

NOTA 4- APENAS 16 CLUBES GANHARAM O BRASILEIRÃO

* Como acontece em todo o mundo futebolístico, ganhar o título da Maior Divisão Nacional é coisa para poucos ungidos.

Uma vez perdida aparece uma zebra correndo nos gramados.

Na era dos pontos corridos tivemos 15 campeonatos, que foram conquistados por sete clubes. Corinthians (4), Cruzeiro (3), São Paulo (3), Fluminense (2), Santos (1), Palmeiras e Flamengo um cada.

Por outro lado, antes dos pontos corridos de 1971 a 2002, em 32 disputas, somente nove times que não estão entre esses da nova era, ganharam o título.

Vasco da Gama (4), Grêmio (2), Botafogo (1), Bahia (1), Sport (1), Coritiba (1), Inter (3), Guarani (1) e Atlético-MG (1).

Os clubes emergentes que não estão na relação dos vitoriosos entre 2003/2017, Atletico-PR (2001), Bahia (1988), Sport (1987), Coritiba (1985) e Guarani (1978) conseguiram tal conquista.

A vitória do Furacão paranaense é a mais próxima, com 16 anos. 

O Atlético-MG completou 46 anos sem titulo. O Internacional que foi o único campeão invicto (1979), conquistou o troféu há 38 anos.

Por outro lado, o Botafogo completou 22 anos o Grêmio (21) e o Vasco com 17 são outros bem longevos em conquistas.

Essa é a realidade do nosso futebol, com poucos clubes conquistando o troféu nacional, e os emergentes consumidos pelo tempo.