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Escrito por José Joaquim

NOTA 1- RESULTADOS NA SÉRIE B PRESSIONAM O NÁUTICO

* Os dois resultados nos jogos de ontem pela Série B não foram favoráveis ao Náutico, que irá jogar contra o Paraná na tarde de hoje com a obrigação de vitória.

O Criciúma derrotou o Sampaio Corrêa (1x0), pulou da 9ª posição para a 5ª, de forma provisória por conta da continuidade da rodada nesse sábado. Teve um grande avanço.

No outro jogo que foi interrompido no final por vários minutos, por conta de alguns marginais torcedores do Joinville, que soltaram rojões, sinalizadores para o gramado, contra os jogadores do Avaí, que apesar disso saiu vencedor pelo placar de 1x0.

Com tal resultado o time de Florianópolis chegou aos 42 pontos, assumindo de forma também provisória a 3ª colocação, numa subida impressionante na tabela, e se apresentando como um provável classificado para a Série A de 2017.

Os bandidos estão ganhando a batalha no futebol, e as cenas que vimos em Joinville demonstram de forma clara a falta de comando e sobretudo de pulso dos que dirigem esse esporte no Brasil.

Lamentável.

NOTA 2- O PALMEIRAS TAMBÉM LIDERA NA ARRECADAÇÃO

* O Brasileirão de 2016 tem sentido a falta de público nos estádios. Como toda regra tem uma exceção, nesse item o Palmeiras dá uma goleada nos adversários, inclusive no Corinthians.

Para que se tenha uma ideia, a renda líquida do clube paulista em 13 jogos como mandante é de R$ 19.991.712,30, A média é de R$ 1.537.824,00 por jogo.

Esse valor médio supera os que foram arrecadados por nove clubes que disputam a competição. Chapecoense (R$ 1.459.978,48), Cruzeiro (R$ 1.154.243,36), Vitória (R$ 967.356,76), Figueirense (R$ 607.706,37), Coritiba (R$ 228.203,69), Ponte Preta (R$ 210.243,30), Atlético-MG (-R$ 244.850,37), Botafogo (-R$ 280.730,21) e América-MG (-R$ 338.991,01).

Um abismo e tanto.

NOTA 3- SÓ UM MILAGRE IRÁ SALVAR O INTER

* O Internacional de Porto Alegre colocou um time misto no jogo pela Copa do Brasil contra o Fortaleza. Pelas dificuldades o técnico teve que utilizar alguns titulares que estavam no banco de reservas. Nunca assistimos algo tão grotesco.

A equipe cearense tinha perdido por 3x0 o seu jogo de ida, mas por incrível que pareça teve todas as condições de dar uma goleada no adversário, principalmente no primeiro tempo, quando perdeu vários gols, e a trave salvou o Colorado. Na segunda fase, o goleiro do time gaúcho, Danilo Fernandes fez milagres, que garantiu a derrota do seu clube por 1x0, e a classificação para as quartas de final da Copa do Brasil.

Não deve comemorar, desde que irá enfrentar o Santos e não existe a possibilidade de sucesso nessa empreitada.

Há uma uniformidade na falta de qualidade entre titulares e reservas, e numa competição dura como o Brasileirão que requer um elenco equilibrado, o time do Rio Grande do Sul corre o sério risco de ser rebaixado, a não ser que receba a ajuda dos adversários, como Figueirense e Sport.

O seu próximo jogo será em Belo Horizonte contra o Atlético, e pelo andar da carruagem as possibilidades de uma vitória são remotas.

Tanto dinheiro para nada. 

NOTA 4- O STJD QUER ACABAR COM O FUTEBOL BRASILEIRO

* A Justiça Desportiva é imprescindível para os esportes. Sem esse órgão o futebol bagunçado como o nosso já estaria destruído, mas algumas medidas tomadas fogem totalmente da realidade, quando esse está se tornando um tribunal de inquisição.

Os componentes dos jogos não podem criticar as arbitragens e o Circo. Todos tem que ficar calados, mesmos com tantas barbaridades e erros apresentados nos gramados. Temos uma lei da mordaça, que atenta contra a democracia. O sistema é criticou, morreu. Jogos de portões fechados são grotescos, mas o STJD não atenta para isso, e continua tomando posições ditatoriais.

A última penalidade atingiu o Chapecoense, que perdeu dois mandos de campo. O ¨crime¨ foi cometido pela torcida que xingou a arbitragem, e com razão, desde que os homens do apito estão avacalhando o Campeonato e não merecem aplausos e sim vaias.

O futebol brasileiro a cada dia se apequena, por culpa de sua entidade, dos gestores, e agora está recebendo uma ajuda de um órgão dos mais importantes para o bom andamento das competições, o STJD.

São coisas do futebol tupiniquim.  

NOTA 5- KENO NA MIRA DO SANTOS

* Apesar da fraca campanha do Santa Cruz no Brasileirão, o atacante Keno tem chamado a atenção dos clubes brasileiros.

O profissional tem vínculo com o São José-RS, está emprestado ao tricolor, com um valor de transferência de R$ 5 milhões que terá que ser pago até o dia 30 de setembro corrente.  

Obvio que pelas atuais condições financeiras do tricolor do Arruda, tal aquisição será muito difícil.

Depois dos dois gols marcados por Keno no jogo contra o Santos, Dorival Junior, técnico santista, solicitou a sua contratação, que está sendo discutida com o clube de origem, que pediu para esperar até o final desse mês, quando encerra-se a preferência dada ao Santa Cruz.

Além do time peixeiro, o Botafogo também mostrou interesse. 

É só aguardar um pouco para saber como vai ficar.

São coisas do futebol brasileiro, quando um clube promove um jogador e sem as condições financeiras para segura-lo, assiste a sua partida sem que nenhum recurso adentre em seus cofres.

NOTA 6- A FEDERAÇÃO PAULISTA ARRECADA MAIS DO QUE 14 CLUBES DO BRASILEIRÃO

* Um fato que é muito difícil de ser entendido está relacionado aos valores recebidos pela Federação Paulista de Futebol, na cobrança das taxas nos jogos de seus cinco clubes no Brasileirão.

Os 5% são recolhidos da renda bruta antes dos descontos padrões de uma partida de futebol. Nas 26 rodadas realizadas os cofres da entidade receberam R$ 3.201.661,15, quantia superior a renda liquida de 14 clubes que disputam a competição, inclusive dois dos seus filiados, São Paulo e Ponte Preta.

Nem Freud poderia explicar que uma entidade que não tem time, não paga salários de jogadores embolse recursos que ficam acima daqueles recebidos pelos filiados.

Enquanto isso a Federação Carioca também tem uma boa arrecadação. Já abocanhou R$ 1.040.205,10. A Pernambucana que não tem mais o Todos com a Nota beliscou dos seus dois filiados, R$ 166.444,25, que dá muito bem para as mordomias.

Uma vergonha.

Escrito por José Joaquim

O presidente do Sport Recife afastou o chileno Mark Gonzalez, após esse entregar uma licença médica de 10 dias, que irão ser somados aos longos períodos que o profissional passou no Departamento Médico do clube.

Gonzalez não tem a menor culpa no cartório. Foram busca-lo, festejaram a sua vinda como um astro internacional, campeão da Copa America pelo Chile e outros foguetes pirotécnicos, mesmo sabendo que o profissional tinha um histórico médico que mostrava várias contusões, algumas bem graves.

Tudo isso foi ressaltado por um dos médicos do clube, que foi contrário a tal contratação, mas por conta da euforia dos amadores de plantão e péssimos gestores, tal advertência não foi levada em consideração.

O próprio diretor do setor médico bancou o jogador, que contou com uma benesse extraordinária de um contrato com a duração de dois anos e um salário de marajá, o maior do clube. Como já era de se esperar o Mateus foi parido, e os cartolas que deveriam fazer o embalo estão refugando. E quem vai pagar no final é a entidade Sport Club do Recife.

Citamos esse fato para mostrarmos o mal que uma gestão equivocada pode fazer a uma agremiação. Uma contratação de risco como a de Mark Gonzales nunca poderia ter sido feita se houvesse um planejamento estratégico na sua administração, e sobretudo bons gestores.

Se o profissional ficar os dois anos que estão no seu contrato, pelo menos R$ 6 milhões serão dispendidos, sem retorno. Quem pagará tal prejuízo, não somente esse como outros que foram realizados durante a temporada? Uma pergunta que merece resposta.

Um clube não pode ser dirigido de forma monocrática e sem transparência, como acontece no Sport. Quem pariu Mateus que o embale, inclusive assumindo os ônus e repondo aos cofres do clube o que foi gasto de forma errada, com parecer contrário e por pura vaidade.

São fatos como esse que reproduzem muito bem o momento atual do clube da Ilha do Retiro, com um futebol de Segunda Divisão, um patrimônio abandonado e entregue aos cupins.

Lamentável.

 

Escrito por José Joaquim

O futebol de Pernambuco teve seus anos de fartura e de boa qualidade, quando os clubes tinham um bom trabalho de formação, e aproveitavam jogadores da região. Hoje são raros os atletas das bases nos times titulares, e quando esses conseguem tal objetivo, sempre encontram um treinador que fica olhando de viés, dando a preferência aos importados.

Quem esqueceu os seis anos de bonança do Náutico, com o seu time Nordestino que conquistou seis campeonatos, além de uma grande visibilidade nacional? Perdurou de 1963 a 1968, e os seus torcedores ainda tem na cabeça a formação do elenco que está registrado na sua história.

Qual a razão de que hoje os clubes não aproveitam valores locais e regionais, quando as condições são mais propícias e a globalização tornou o mundo plano?

A atuação do alvirrubro motivou o Santa Cruz, que a partir de 1969 conseguiu formatar um super time de jogadores da casa e de estados vizinhos, conquistando cinco título seguidos, só acabando em 1973.  O trabalho começou em 1968, com o aproveitamento da chamada ¨Prata da Casa¨, contando na época com um treinador que era especialista em trabalhar com jovens.

Nesse ano o aproveitamento de profissionais formados em casa e do Nordeste foi de 99%. A equipe titular que jogou todas as partidas só tinha um jogador de fora, Rubem Salim, os demais eram do próprio clube e dos times da região. O trabalho perdurou até 1973, quando o tricolor conquistou o penta campeonato, com um elenco que tinha se tornado permanente.

O Sport Recife, nos primeiros quatro anos da década de 90, também teve uma participação local e regional bem elevada, e conseguiu três campeonatos estaduais, que deu-lhe as condições necessárias de um equilíbrio administrativo e financeiro jamais visto no clube. Isso o levou a conquista de oito títulos em dez anos, e a participação por dez anos do Brasileirão sem rebaixamento. Além disso teve receitas vultosas nas negociações dos atletas da base.

São fatos que deveriam ser analisados, que fazem parte da história do futebol de Pernambuco, e que demonstram que tínhamos na época um bom trabalho de formação, os dirigentes gostavam da antiga Rodoviária que era no Cais de Santa Rita, transferida para o atual TIP, e não tinham paixão pelo Aeroporto Gilberto Freyre, como os de hoje.

Trata-se da confirmação que a região tinha talentos disponíveis, e que esses eram aproveitados pelos clubes, e que foram deixados de lado para cederem os seus lugares aos importados, inclusive internacionais como hoje, que chegam e vão embora de avião sem deixarem saudades e empatia.

Certamente os dirigentes atuais teriam que responder uma pergunta: Como em décadas passadas, com menores receitas, sem uma grande estrutura, os clubes conseguiam fazer esse trabalho, e hoje com a globalização, com melhores meios de comunicação não conseguem?

Com a palavra os modernos e ¨inteligentes¨cartolas.

Escrito por José Joaquim

Pregamos no deserto quando mostramos o golpe preparado pela Rede Globo em conjunto com Circo do Futebol Brasileiro, na ocasião das mudanças na formatação da Copa do Brasil, criando um grupo seleto que só ingressaria na sua fase de oitavas, matando o sonho de alguns clubes de chegarem a uma disputa final.

Como sempre os interessados calaram-se, por conta de uma subserviência patológica, em especial os do Norte e Nordeste. O projeto vislumbrava quartas de final apenas com clubes chamados de elite. Enfim estão chegando perto.

A Copa do Brasil tem no seu histórico a presença de equipes médias chegando às fases finais, disputando as decisões e conquistando o título. Criciúma (1991), Juventude (1999), Santo André (2004), Paulista (2005) e Sport (2008), são os maiores exemplos. Essa competição sempre foi considerada como a mais democrática do país, quando clubes menores chegavam a patamares mais elevados.

Em um levantamento feito pelo jornal Hoje Em Dia-MG, sobre os confrontos nas quartas de final da competição no século XXI, mostra de forma clara que sempre tivemos dois ou mais intrusos na disputa, o que é importante não apenas na parte financeira, como na visibilidade dos que participam.

Com as mudanças, o ano de 2015 ficou reduzido ao Figueirense, os demais foram degolados nas oitavas. Em 2001 foram 4 entre os oito, 2002 (3), 2004 (4), 2005 (5), 2006 (2), 2007 (4), 2008 (3), 2009 (3), 2010 (2), 2011 (4), 2012 (5), 2013 (2), 2014 (2).

Na presente temporada mais uma vez teremos nas quartas de final um único representante dos menores, o Juventude que foi derrotado pelo São Paulo por 1x0, resistiu bravamente e obteve a sua passagem, desde que o time paulista necessitava de dois gols.

Os cartolas do Circo desejavam que todos os classificados fizessem parte do que chamam de Grupo dos 12, para o grande banquete nas finais. Por uma ironia dos Deuses do Futebol, os clubes cariocas ficaram de fora, e o estado de São Paulo que pretendia classificar cinco clubes teve de contentar-se com três.

Chamamos a atenção por várias vezes, em especial dos clubes de nossa região, sobre a entrada dos classificados para a Libertadores diretamente nas oitavas de finais, que isso iria destruir a democracia, instalando uma plutocracia danosa para o futebol brasileiro.

Na verdade o Nordeste, que já foi palco de revoluções libertárias, tornou-se hoje como o último reduto, de políticos corruptos, que ainda são ouvidos por uma parte da população. Somos os cordeirinhos que esperam tranquilamente a imolação no altar.

Enquanto isso perdurar, no futebol a plutocracia continuará a mandar, e sempre seremos pequenos, e o torcedor continuará a abandonar os estádios. 

A média de público da atual Copa do Brasil é de 4.977 pagantes por jogo, que na realidade é medíocre.

Pelo menos o Juventude existe.

São coisas de um futebol estrambelhado.

Escrito por José Joaquim

NOTA 1- RENEGANDO O G4 DA SÉRIE B

* Em várias análises que fizemos sobre a situação da Série B de 2016, afirmamos que alguns clubes tiveram as chances em seus pés para um possível acesso, mas as renegaram, como estivessem conformados com a continuidade na mesma divisão na próxima temporada. 

Um dos melhores exemplos é o Ceará, que esteve por um bom tempo no G4, e deve ter entendido que ¨isso não seria bom para o seu futuro¨, e resolveu parar. Completou 10 partidas sem vitórias, e por conta das gorduras acumuladas, e da apatia dos adversários, ainda permanece próximo ao grupo maior.

Na última terça-feira mais uma chance foi concedida ao time alvinegro. Um jogo como mandante contra o Luverdense que é um visitante bem frágil. Uma vitória o colocaria com 42 pontos, e provisoriamente no grupo de acesso, na espera dos outros resultados. Nada disso aconteceu.

O adversário teve um jogador expulso, que poderia ter sido aproveitado pela equipe da casa, mas a apatia do elenco mais uma vez vigorou, e a partida terminou com o placar de 0x0, com o Ceará ganhando um ponto e perdendo dois. Com uma vitória teria somado 42 pontos, ingressado no G4 provisoriamente, na espera dos resultados do final de semana.

As gorduras eram tantas, que apesar das 10 partidas sem vitórias, a equipe cearense ainda está próxima dos lideres, graças a apatia dos disputantes, que não desejam chegar a divisão maior do Brasileiro.

São coisas do futebol brasileiro.

NOTA 2- UM EXEMPLO PARA OS GESTORES DO BRASIL

* Virginia Raggi é presidente da Câmara de Roma, cargo que equivale ao de Prefeito no Brasil.

Enquanto o nosso país que vive com problemas sérios em sua economia, com reflexo em todos os segmentos, por motivos óbvios atrelados a corrupção, sediou uma Olimpíada que consumiu bilhões de reais, a prefeita de Roma acabou de comunicar a desistência de sua cidade na disputa para a escolha da sede dos jogos de 2024.

Os motivos alegados estão relacionados a situação econômica da cidade. Uma frase da gestora mostrou bem claro a diferença com a politicalha brasileira: ¨Realizar os jogos estaria cometendo uma irresponsabilidade¨.

Quando teremos gestores como essa italiana? Só depois da Lava-Jato e todos os ladrões na cadeia.

NOTA 3- UMA POSSÍVEL INDECÊNCIA NO FUTEBOL

* Palmeiras e Flamengo através de empresários fizeram propostas ao America-MG, que está praticamente rebaixado, no valor de R$ 2 milhões, para que os seus jogos não sejam realizados no estádio Independência, e sim em Uberlândia e Pacaembu.

Não sabemos ainda a reação do Circo Brasileiro de Futebol, mas se os cartolas concordarem com tais pretensões, certamente estarão ferindo os interesses de Atlético-MG e Santos, que sonham ainda com o título, e cometendo uma indecência, o que aliás é bem normal nessa entidade apodrecida, e sem crédito.

A quebra de regras desmoraliza mais ainda o futebol brasileiro, que vive trocando os locais dos jogos, datas e horários. Uma verdadeira casa da Mãe-Joana. Na verdade com esse tipo de cartolagem não existe solução para o nosso futebol.

NOTA 4- OS DIREITOS LEGAIS DE ALECSANDRO

* Todas as manhãs conversamos com o jornalista Claudemir Gomes, comentarista da Radio Globo, e o tema como não poderia deixar de ser, está relacionado aos esportes, embora sobre alguns minutos para falarmos sobre os ladrões que assaltaram o Brasil.

Gomes é um dos últimos dos moicanos no jornalismo esportivo.

No dia de ontem esse nos fez uma pergunta pertinente sobre o caso do atleta do Palmeiras, Alecsandro, que foi suspenso pela Federação Paulista de Futebol por conta de um falso doping, e o seu direito legal para pedir uma indenização na Justiça por abalo de reputação.

Segundo o exame realizado no Brasil, Alecsandro atuou sob efeito de estimulantes no Campeonato Paulista, e teve a sua suspensão efetivada pelo Tribunal de Justiça Desportiva de São Paulo. O jogador ficou proibido por dois anos de exercer a profissão, e com o agravante, sequer poderia treinar em seu clube.

O Palmeiras contratou uma empresa, que pesquisou o assunto, e constatou que o a substância dopante encontrada era proveniente de uma loção para cabelo. A Agencia Mundial Antidoping reconheceu que aconteceu um erro, e liberou o atleta, que já retornou aos treinamentos.

Alecsandro foi vitima de um erro grave, teve um abalo em sua carreira, e tem todo o direito de acionar a entidade do futebol de São Paulo, e o laboratório que trabalha para essa na realização de tais exames, cobrando uma indenização à altura do prejuízo.

Que tenha coragem e vá a luta.

NOTA 5- NA ERA DA IMBECILIDADE

* Recebemos uma nota publicada pelo filho do falecido Professor e técnico de futebol, Claudio Coutinho, condenando uma fala do comentarista esportivo da Fox-Sports, Mario Sergio, tratando com gracejo alguns conceitos emitidos por seu pai.

Procuramos tomar conhecimento do assunto, e ficamos sabendo que um programa da emissora estava dedicado aos técnicos de futebol e Coutinho era um deles. O comentarista de forma jocosa afirmou que ¨o último que via o ponto futuro, morreu afogado¨. Ponto futuro era sempre citado pelo falecido treinador, que foi um dos melhores de todos os tempos em nosso futebol. Faltou com respeito.

São coisas da era da imbecilidade e dos imbecis de carteirinha.