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Escrito por José Joaquim

NOTA 1- O RESSUSCITADOR VOLTOU

* Já teve um tempo que o Sport era o ressuscitador do futebol nacional. Todo clube que andava mal no Brasileiro, ao jogar contra o time de Pernambuco saia da UTI.

O ressuscitador voltou, e deu uma ajudinha ao Coritiba para que esse fugisse do rebaixamento, e ao mesmo tempo que aproximou-se da degola. O torcedor abandonou o Sport. Nem as tapinhas nas costas que o presidente do clube deu nos jogadores, quando suas entradas no campo resolveram.

Um pouco mais de 7 mil pagantes esteve presente na Ilha do Retiro, que foram testemunhas de mais um jogo grotesco, contra uma equipe desfalcada que foi melhor e mereceu a vitória. As vaias, os protestos começaram antes do final da partida. Os gritos de ¨burro¨ para o técnico Oswaldo de Oliveira soaram por todo o estádio, atingindo as ruas próximas.

Será que esse é o único ¨burro¨, ou aqueles que contrataram jogadores fracos, sem condições técnicas e que estão dentro dos seus limites, que na verdade são bem reduzidos? Dependendo do resultado do jogo do Internacional hoje, a situação do Sport ficará bem complicada na competição, e a tendência de queda nesse returno é grande, podendo refletir na reta final, e mudar o seu rumo com destino ao rebaixamento.

O grito da torcida não deveria ser de burro, e sim ¨O RESSUSCITADOR VOLTOU¨. Na verdade o técnico é fraco, os dirigentes fracos, e os jogadores mais fracos. Uma fraqueza geral.  

NOTA 2- SANTA CRUZ PERDE DO SANTOS JOGANDO UM BOM FUTEBOL

* Apesar de ser derrotado pelo Santos pelo placar de 3x2, o Santa Cruz bem diferente do Sport fez um bom jogo, empatando-o por duas vezes, e sofrendo o gol da vitória santista por conta do alto nível do meia Vitor Bueno, que marcou um dos mais bonitos gols do Brasileirão.

Foi sem dúvidas a melhor partida do tricolor no Campeonato, mas como o seu destino final já estava traçado pelos Deuses do Futebol, esses não permitiram um resultado positivo que seria merecido. 

NOTA 3- A FORÇA DO FLAMENGO EM SÃO PAULO 

* O estádio do Pacaembu assumiu as cores rubro-negras do Flamengo, no seu jogo contra o Figueirense, com um público de um pouco mais de 28 mil pagantes, e com 20% de sua capacidade proibida para os torcedores por conta da punição efetuada pelo STJD.

O time catarinense com desfalques tentou fazer o seu jogo defensivo, fechando a sua área, mas não suportou o bom momento da equipe carioca, que jogou um bom futebol, dominou a partida e fechou o placar em 2x0, voltando a encostar no Palmeiras no G4 da competição.

O torcedor do Flamengo mesmo com o seu time mandando os jogos fora de casa, tem prestigiado o bom momento em que esse vive, e os paulistas rubro-negros mostraram a penetração de um clube que sem dúvidas é nacional e não apenas local.

Com relação ao futuro. O Palmeiras tem jogos mais fáceis pela frente, enquanto time da Gávea terá algumas pedreiras, mas com o futebol que vem jogando tem chances de continuar na luta pelo título.

NOTA 4- BURRICE PATOLÓGICA

* Nada contra as medidas tomadas pelo STJD e Ministério Público de São Paulo, com respeito as presenças de torcedores nos estádios.

Entretanto, a presença de torcida única no estádio do Itaquerão no jogo do Corinthians vs Palmeiras foi algo grotesco, desde que mesmo atendendo essa determinação, pelo menos 20% dos torcedores presentes eram das organizadas, e esses fizeram tumulto no estádio, com depredações, confrontos com a Policia e tentativa de agressão aos dirigentes do clube.

Só tinham alvinegros, que desmoralizaram as determinações, mostrando que o problema não é afastar o torcedor adversário, e sim seguir as determinações do Estatuto do Torcedor, com ingressos numerados, sem escolhas, vendas pela internet, bilhetes nominais, entre outras coisas.

Por outro lado, assistimos uma cena de burrice patológica no estádio do Pacaembu, quando foi reduzido em 20% de sua capacidade para os torcedores do Flamengo, que lotaram as outras áreas e ficaram apertados nos seus espaços, quando tinha um local vazio cumprindo as determinações.

Trata-se sem dúvidas de algo que beira a insanidade. A proibição foi cumprida, o clube perdeu 8 mil lugares, e por isso não precisava a pirotecnia de mostrar os espaços vazios que deveriam ser ocupados por aqueles que estavam sofrendo nas arquibancadas. Uma punição dupla e burra.

Só nesse Brasil bem brasileiro.

NOTA 5- EX-NAMORADA DE RICARDO TEIXEIRA GASTOU 50 MIL DÓLARES NO SEU CARTÃO DE CRÉDITO  

* Segundo o Radar On-Line, a atriz Cintia Meireles, mesmo terminando o namoro com Ricardo Teixeira, ex-presidente do Circo Brasileiro de Futebol, que é conhecido como CBF, pregou uma peça no cartola.

Depois do rompimento, ela gastou quase 50 mil dólares no seu Cartão de Crédito.

Teixeira pensa em dar queixa à Policia.

Quem quer ser ¨namorador¨ com idade avançada, com moças mais jovens, tem que passar por esse castigo.

Para Teixeira isso não vale nada, é um percentual ínfimo do que esse tirou do futebol brasileiro. 

Escrito por José Joaquim

O Internacional de Porto Alegre um dos maiores clubes do Brasil, com uma boa estrutura física, vive hoje um dos maiores dramas de sua vida centenária, a possibilidade concreta de rebaixamento (52%).

Por outro lado, um pequeno clube de uma cidade do interior de Santa Catarina, com raízes gaúchas, o Chapecoense, vive momentos de euforia com a sua participação no Brasileirão, com uma pontuação distante da degola, e próxima do G4, com cinco pontos de diferença para o 4º colocado.

Nos perguntam: qual a razão de tal fato? Nós respondemos com algo que estamos sempre discutindo em nossos artigos, a diferença desses dois clubes está no modelo de gestão, quando o time de Chapecó tira a nota máxima, e o Colorado é reprovado.

O gaúcho tem uma folha que beira os R$ 9 milhões no seu departamento de futebol, enquanto o catarinense vive de forma simples, sensata, com despesas que não chegam a R$ 2 milhões. Tem uma politica real, sem grandes nomes, e um salário mais alto de R$ 80 mil. O único clube do Brasil que não tem débitos.

Tudo começa com uma boa gestão, e com uma politica sensata, sem vaidades, pensando sempre no bem do clube. Não troca de treinadores com a frequência dos demais clubes brasileiros. Enquanto o Internacional contratou Nico Lopes por R$ 14,5 milhões e não teve retorno, o Chapecoense tem dois artilheiros, Bruno Rangel e o pernambucano Kempes sem custos, e com um retorno bem acima do atleta colorado.  

O time de Chapecó no returno do Brasileirão está na segunda colocação, com 13 pontos conquistados, mesma pontuação do Flamengo, enquanto o de Porto Alegre somou apenas 5.

Trata-se de um bom exemplo para os nossos clubes, que tem melhores condições do que o catarinense, mas levam uma goleada de 7x1, por falta de um projeto, e sobretudo de bons gestores. O rebaixamento do Internacional será uma tragédia moral e financeira.  

O clube juntamente com Cruzeiro, Flamengo e São Paulo, formam um trio sem rebaixamentos, e isso é um dos produtos mais utilizados por seu marketing. No aspecto finanças, embora a cota da televisão seja mantida, o impacto nas receitas será elevado, com relação aos patrocínios, e em especial no quadro de sócios que já vem sendo reduzido na quantidade, e com um bom volume de inadimplência.

Essas comparações nos levam a afirmar que apenas dinheiro não resolve, e o principal é uma boa gestão para aplicar corretamente os recursos, fato esse que hoje ainda é raro em nosso futebol, com poucos clubes organizados e a maioria totalmente à deriva.

São coisas do futebol brasileiro e de seus apedeutas arrogantes.

Escrito por José Joaquim

Sempre somos questionados com uma pergunta sobre a estagnação do futebol brasileiro, e a resposta que oferecemos é de que houve uma evolução financeira, com maiores recursos, e de forma estranha uma regressão no setor técnico, quando começamos a perder o protagonismo entre os maiores centros do mundo.
A regressão foi um produto da ausência de uma boa gestão, que deu o seu lugar a gestores temerários e incompetentes. Para que se tenha uma ideia exata sobre essa queda, na década de 60 o maior clássico do futebol mundial tinha a presença do Santos e Benfica de Portugal, e o duelo de Pelé e Eusébio. Todas as mídias da época davam o devido destaque.
Hoje os jogos que se comenta, e que tem um um acompanhamento, são os da Europa, e que contemplam famosos atletas brasileiros em seus clubes. O Brasil era cantado em prosa e verso como o futebol arte. Serviu de inspiração para o Velho Continente que aprendeu e superou-o no decorrer do tempo. Conquistou cinco Copas do Mundo e tinha jogadores idolatrados, e com um bom mercado. Hoje são raras as transferências para os grandes clubes, e a demanda maior está na emergente China.
De repente, tudo isso foi jogado pelas laterais dos campos, dando lugar ao novo futebol proveniente da Espanha, Alemanha e Inglaterra. As novas táticas de valorização da bola adotada pelos maiores clubes europeus, que vem das categorias menores até os profissionais não foram acompanhadas pelo futebol brasileiro, que mudou a sua cara para um jogo de bola na área e defensores brucutus.
No Brasil de hoje, poucos clubes praticam o toque de bola como padrão. Os chutões e a ligação direta prevalecem. O futebol brasileiro que sempre foi exemplo por conta de seus talentos, sua ginga e habilidade, deu lugar a marcação dura, faltas em excesso e um número exagerado de simulações. A parte física sobrepujou a técnica. Quem corre é o jogador não a bola, como deveria ser. Os atletas são preparados para provas de atletismo, e não fazer a bola correr nos gramados.
Todos se submetem ao sistema sem contestação, inclusive apoiando um calendário insano e imoral. Trabalhamos no futebol no curto prazo. O longo é um palavrão no dicionário dos cartolas. Na Europa o treinador é longevo, no Brasil é descartável, e tudo reiniciado com a contratação de outro.
A regressão é latente, não temos técnicos especiais, jogadores diferenciados, dirigentes com visão estratégica, uma imprensa esportiva analítica, e contamos com uma entidade apodrecida dirigida por um presidente que não sai do país com medo do FBI.
O futebol europeu evoluiu nos últimos anos, e o brasileiro regrediu, e hoje está sendo tratado numa estação de esgotos.
Escrito por José Joaquim

NOTA 1- O NÁUTICO DESENCANTA EM UM CAMPEONATO MALUCO

* Emfim uma vitória do Náutico na Arena Pernambuco. Derrotou o Paysandu por 3x1, mas no Circo Maluco que transformou-se a Série B onde os clubes disputam contra o acesso, o time alvirrubro ficou no 11º lugar, distando apenas de 3 pontos do 4º colocado, mas com sete clubes à sua frente.

O Bahia que desde a 9ª rodada não conseguia chegar ao G4, com a vitória de 4x2 sobre o Goiás, e por conta do empate do Ceará e Londrina e do CRB, pulou da 10ª colocação para o grupo maior da competição. Fato difícil de ser explicado.

Até o final dessa Divisão muita água vai rolar, e a Série A de 2017 está bem garantida para Vasco e Atlético-GO, e as outras duas vagas serão disputadas por 8 clubes.

Haja coração.

NOTA 2- A CARA DO FUTEBOL BRASILEIRO NO JOGO CORINTHIANS X PALMEIRAS

* Um público extraordinário, de uma torcida única, com mais de 40 mil torcedores merecia algo melhor do que foi apresentado.

Embora o Palmeiras tenha quebrado a invencibilidade do Corinthians em Itaquera por 34 jogos, derrotando-o por 2x0, o jogo foi de uma pobreza técnica sem limite, inclusive do time vencedor, que conseguiu tal vitória muito mais pela fraqueza do adversário do que apresentou.

Uma arbitragem trágica de Heber Lopes, atabalhoada, inclusive com uma agressão ao atacante alviverde Dudu, não marcando impedimento no segundo gol palmeirense, foi mais um trecho de uma tarde onde o torcedor compareceu, e recebeu de volta um espetáculo deprimente.

A torcida Gaviões da Fiel colocou uma faixa como desafio as determinações do Ministério Público, que foi retirada pela Policia, ocasionando um confronto.

No final os marginais tentaram invadir o camarote do presidente corintiano, Roberto Andrade, que foi alvo de xingamentos durante toda a partida, e como seguro de vida, anunciou a demissão de Cristovão Borges, cujo único erro foi de assumir um time que sofreu um desmanche, que vive com problemas financeiros graves, graças aos bilhões que foram dispendidos na construção de seu estádio.

Foi na verdade um momento que nos mostrou a avacalhação total de nosso futebol. 

NOTA 3- A DECADÊNCIA DO TÊNIS BRASILEIRO  

* A incompetência dos que fazem o tênis no Brasil é explícita.

Não souberam aproveitar a era de Gustavo Kuerten para incrementar esse esporte em todo o país.

Após a saída das quadras do tenista catarinense, não surgiu nada de novo, e o esporte da raquete se apequenou.

Thomas Bellucci que era a esperança, ficou nisso, e quando se espera algo desse, sempre falha.  

No dia de ontem o time brasileiro na tentativa de voltar ao grupo de elite da Taça Davis, foi derrotado por 3x0 pelos belgas, inclusive com uma derrota da dupla Marcelo Melo e Bruno Soares. 

De volta à Segunda Divisão que é o lugar que merecemos.

NOTA 4- SPORT TEM A PIOR DEFESA DO BRASILEIRÃO  

* Quem acompanha os jogos do Sport Recife, observa que a sua defesa é mais esburacada que muitas estradas brasileiras.

Os zagueiros batem cabeça entre sí. Magrão, que já foi santo, hoje está mais para lá do que para cá. Anda falhando muito nos jogos. O time rubro-negro já sofreu 40 gols, empatando com o Chapecoense nesse item.

Por outro lado a defesa do Santa Cruz também é uma Avenida, inclusive com nome: Avenida Beberibe. No Brasileirão ocupa a vice-liderança dos que sofreram mais gols, com 39.

Os dois times juntos somam 79 gols em suas redes. As suas classificações retratam essa realidade.

Ambos estão necessitando de um recapeamento nos seus buracos.

NOTA 5- RECORDES SUL-AMERICANOS

* Por muitas vezes lemos em nossos jornais, a exaltação de alguns atletas por quebrarem o recorde Sul-Americano de suas categorias.

Parece que isso no contexto mundial vale alguma coisa. Na verdade não soma nada, desde que em competições mais fortes, como mundiais e Olimpíadas esses recordistas não conseguem tirar uma foto recebendo medalhas. São meros figurantes.

No contexto do Continente, o Brasil é o menos ruim, e tem a obrigação de ganhar por conta de sua estrutura, mas são vitórias que vão do nada para o nada.

A maioria dos esportes brasileiros estão na segunda e terceira divisões do planeta.

NOTA 6- NA PARAOLIMPÍADA A VITÓRIA É DO ESPÍRITO HUMANO

* Os jornalistas que estão acompanhando as Paraolimpíadas (O COI chama de Paralimpíadas como forma de discriminação), continuam com os mesmos procedimentos utilizados nas Olimpíadas, quando da realização de suas entrevistas.

São perguntas sem nexo, muitas vezes colocadas fora do contexto, e em muitos casos tratando os atletas com autocomiseração. Em determinados momentos bem que poderiam utilizar um banco para terem a mesma altura de alguns dos entrevistados, mas não o fazem.

Esses profissionais precisam entender que a medalha é um premio, mas a conquista maior, para aqueles que faltam mãos, braços, pernas e visão, é a vitória não só do corpo, e sim do espírito humano.

Todos são vencedores e dão um belo exemplo para a sociedade. 

Escrito por José Joaquim

A 25ª rodada do Brasileirão foi um ¨show de horrores¨ na parte técnica. Alguns jogos passaram do limite da mediocridade, mostrando assim a verdadeira cara do futebol brasileiro, e em especial do seu nefasto calendário, quando assistimos alguns times arrastando-se no gramado e somando mais jogadores contundidos.
O número de gols marcados comprova de forma real o que aconteceu nesses dez jogos realizados. As redes foram vazadas por 19 vezes, com uma média pífia de 1,9 gol por jogo. O maior placar foi de 3x0, do encontro entre a Ponte Preta vs Grêmio. Cinco jogos tiveram o placar de 1x0, dois com 1x1, um com 2x1 e um com 2x2.
Por outro lado o público pagante foi vergonhoso para o maior Campeonato Nacional. Os 10 estádios receberam 121.127 pagantes, com uma média de 12.113 por jogo. O Palmeiras com um público de 32.885 salvou a rodada de uma catástrofe, enquanto o Santa Cruz com as suas 2.471 serviu para afunda-la. Com relação as performances, do G4 anterior, somente o Atlético-MG venceu, Palmeiras, Corinthians e Flamengo empataram, motivando a aproximação do clube mineiro, que jogou muito pouco contra o Sport, e só conseguiu uma vitória graças a uma lambança do goleiro Magrão, e a demora nas substituições do treinador do time dourado e ex-rubro-negro, Oswaldo de Oliveira.
Um ponto bem interessante e que os vendedores de sonhos não observaram, está relacionado aos resultados dos clubes que estavam entre a 5ª colocação e a 10ª. Dos seis ocupantes, apenas dois tiveram sucesso, o Santos, que voltou para o G4, e Ponte Preta, que subiu do 10º lugar, para o 6º. Os demais foram derrotados (Grêmio, Fluminense, Atlético-PR e Botafogo).
Do 11º ao 20º colocados na tabela de classificação, tivemos 4 vitórias (Chapecoense, São Paulo, Vitória e Santa Cruz), 3 derrotas (Sport, Cruzeiro, Internacional) e 3 empates (Coritiba, Figueirense e America-MG). O Z4 perdeu um inquilino (Vitória) e ganhou um dos grandes do futebol brasileiro, o Internacional. Figueirense, Santa Cruz e América continuaram em suas cadeiras cativas, esperando a presença do carrasco da degola.
Analisando de forma equilibrada, e sem paixão ou compromisso, observamos que vários clubes estão chegando à exaustão por conta do excesso de jogos em um período pequeno de tempo. Dois times disputam o título, Palmeiras e Flamengo. As cinco próximas rodadas serão definidoras. A série do alviverde paulista terá um clássico nesse fim de semana, contra o Corinthians (F), a seguir, Coritiba (C), Santa Cruz (F), America-MG (F) e Cruzeiro (C). O adversário carioca receberá no final de semana, o Figueirense, a seguir o Cruzeiro (C), São Paulo (F), Santa Cruz (C) e o clássico contra o Fluminense (F).
Se levarmos em consideração as performances do returno, que tem um G4 diferente, com o Flamengo como líder, em 2º, Chapecoense em 3º o Botafogo, e o Palmeiras em 4º com apenas um ponto de diferença para o rival, o aspecto físico irá definir os caminhos dos dois clubes. Aquele que estiver mais preparado deverá levar vantagem, inclusive com peças de substituição, e nesse item o rubro-negro da Gávea tem uma superioridade, e vem de uma subida bem latente na competição.
Quanto ao rebaixamento, o Internacional está adotando a Lei de Murphy, desde que está bem enquadrado nessa, que diz: ¨se alguma coisa pode dar errado, dará¨. Dois clubes estão com chances bem altas de degola, Santa Cruz e America-MG, enquanto a briga pelas duas outras vagas ficará entre Coritiba, Cruzeiro, Vitória, Figueirense e Internacional.
QUEM VIVER VERÁ.